Trata-se de um projeto de cooperação, entre o Ministério da Saúde (MS) e o Banco Mundial (BIRD), que visa a somar esforços permanentes para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS);
Teve sua concepção baseada em estudos e pesquisas que trouxeram a tona as fragilidades assistenciais e da gestão no SUS;
A Portaria Ministerial GM nº 396, 4 de março de 2011 instituiu o Projeto, bem como o Comitê Gestor de Implementação do QualiSUS-Rede – CGI e a Unidade de Gestão do Projeto – UGP, subordinada à Secretaria Executiva.
Proposta de Atuação
Propósitos ou Finalidades :
-Contribuir com a organização de redes regionalizadas de atenção à saúde no Brasil.
- Apoiar a consolidação de um sistema integrado de serviços de saúde, estruturado por meio de redes de atenção a Saúde
Objetivos específicos
1. Organizar, no âmbito do SUS, redes de atenção à saúde que considerem o protagonismo da atenção básica.
2. Priorizar os investimentos na atenção especializada (ambulatorial e hospitalar), na atenção de urgência e emergência e no aprimoramento dos sistemas logísticos de suporte à rede.
3. Aumentar a eficiência na alocação e produção do SUS, instituir e aprimorar mecanismos de gestão das redes.
4. Fortalecer a regionalização, a contratualização, a regulação do acesso, a responsabilização dos gestores e a participação social.
5. Qualificar o cuidado em saúde, incentivando a implantação de protocolos clínicos, linhas de cuidado e processos de capacitação.
6. Melhorar a efetividade e a resolutividade da prestação dos serviços.
7. Sistematizar e difundir conhecimentos voltados à melhoria da qualidade da atenção e da gestão, ao desenvolvimento de metodologias e processos de avaliação e gestão e à gestão da inovação tecnológica em saúde.
Eixos Estruturantes
1. Qualificação da Atenção Básica de Saúde
2. Implementação de Redes Temáticas (mínimo de duas):
- Rede de Atenção à Mulher e Criança (Cegonha)
- Rede de Urgência e Emergência (RUE)
- Rede Psicossocial
- Rede de Cuidado ao Portador de Deficiência
- Rede de Atenção às Doenças Crônicas
3. Reestruturação dos sistemas de apoio diagnóstico e terapêutico (SADT), lógica de escala e resolutividade
4. Implementação de sistemas de apoio logístico integrados
5. Fortalecimento da governança regional,
EIXO 1- QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA
Justificativa: A Atenção Primária nos municípios da área de abrangência do Projeto apresenta fragilidades em relação ao aspecto da qualidade dos serviços prestados, constatando-se uma baixa resolubilidade, descontinuidade no cuidado ao usuário, fluxos e rotinas informais de encaminhamento de pacientes e de suprimento das Unidades, gerando dificuldades no exercício da responsabilidade de reordenar as Redes de Atenção, comprometendo a garantia do princípio da Integralidade do SUS. A gestão, nesta área, necessita de utilização dos instrumentos de planejamento e avaliação indispensáveis para seu fortalecimento.
Teve sua concepção baseada em estudos e pesquisas que trouxeram a tona as fragilidades assistenciais e da gestão no SUS;
A Portaria Ministerial GM nº 396, 4 de março de 2011 instituiu o Projeto, bem como o Comitê Gestor de Implementação do QualiSUS-Rede – CGI e a Unidade de Gestão do Projeto – UGP, subordinada à Secretaria Executiva.
Proposta de Atuação
Propósitos ou Finalidades :
-Contribuir com a organização de redes regionalizadas de atenção à saúde no Brasil.
- Apoiar a consolidação de um sistema integrado de serviços de saúde, estruturado por meio de redes de atenção a Saúde
Objetivos específicos
1. Organizar, no âmbito do SUS, redes de atenção à saúde que considerem o protagonismo da atenção básica.
2. Priorizar os investimentos na atenção especializada (ambulatorial e hospitalar), na atenção de urgência e emergência e no aprimoramento dos sistemas logísticos de suporte à rede.
3. Aumentar a eficiência na alocação e produção do SUS, instituir e aprimorar mecanismos de gestão das redes.
4. Fortalecer a regionalização, a contratualização, a regulação do acesso, a responsabilização dos gestores e a participação social.
5. Qualificar o cuidado em saúde, incentivando a implantação de protocolos clínicos, linhas de cuidado e processos de capacitação.
6. Melhorar a efetividade e a resolutividade da prestação dos serviços.
7. Sistematizar e difundir conhecimentos voltados à melhoria da qualidade da atenção e da gestão, ao desenvolvimento de metodologias e processos de avaliação e gestão e à gestão da inovação tecnológica em saúde.
Eixos Estruturantes
1. Qualificação da Atenção Básica de Saúde
2. Implementação de Redes Temáticas (mínimo de duas):
- Rede de Atenção à Mulher e Criança (Cegonha)
- Rede de Urgência e Emergência (RUE)
- Rede Psicossocial
- Rede de Cuidado ao Portador de Deficiência
- Rede de Atenção às Doenças Crônicas
3. Reestruturação dos sistemas de apoio diagnóstico e terapêutico (SADT), lógica de escala e resolutividade
4. Implementação de sistemas de apoio logístico integrados
5. Fortalecimento da governança regional,
EIXO 1- QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA
Justificativa: A Atenção Primária nos municípios da área de abrangência do Projeto apresenta fragilidades em relação ao aspecto da qualidade dos serviços prestados, constatando-se uma baixa resolubilidade, descontinuidade no cuidado ao usuário, fluxos e rotinas informais de encaminhamento de pacientes e de suprimento das Unidades, gerando dificuldades no exercício da responsabilidade de reordenar as Redes de Atenção, comprometendo a garantia do princípio da Integralidade do SUS. A gestão, nesta área, necessita de utilização dos instrumentos de planejamento e avaliação indispensáveis para seu fortalecimento.
APRESENTAÇÃO: embalagens com 180 cápsulas de gelatina
mole, embalagens com 1 frasco contendo 160 mL de solução oral. Inclui copo
medida para administração oral.
INDICAÇÃO: utilizado em combinação com outros
medicamentos anti-retrovirais para tratar AIDS/infecção pelo HIV. A indicação é
baseada em análises dos níveis no plasma de HIV RNA e células CD4.
CONTRA-INDICAÇÕES: não deve ser administrado com outros
fármacos cuja depuração é altamente dependente do CYP3A e para os quais,
concentrações plasmáticas elevadas estão associadas com eventos graves e/ou com
risco de vida. Em pacientes que estejam fazendo uso das seguintes medicações:
benzodiazepínicos: midazolam, triazolam; derivados do ergot: ergotamina,
diidroergotamina, ergonovina e metilergonovina; neurolépticos: pimozida;
agentes que atuam na motilidade gastrintestinal: cisaprida; antihistamínicos:
astemizol, terfenadina.
EFEITOS ADVERSOS: náusea, diarreia, dor abdominal, dislipidemia.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM:
• Administrar com alimentos.
• Não pode ser administrado por
sonda, nem mastigado ou triturado, exceto no caso de solução oral.
• Deve ser armazenado de 2° a 8° C.
• Pacientes que utilizam
anticoncepcionais orais ou adesivos contraceptivos devem tomar medidas
adicionais para evitar gravidez
• Monitorar glicemia,
triglicerídeos, colesterol.
• Monitorar função hepática.
Um acidente vascular encefálico é a
morte de tecido cerebral (infarto cerebral) em consequência da deficiência do
fluxo sanguíneo e da oxigenação insuficiente do cérebro. O acidente vascular
encefálico pode ser isquêmico ou hemorrágico. Em um AVE isquêmico, o suprimento
sanguíneo a uma parte do cérebro é interrompido seja por uma aterosclerose ou
por um coágulo que obstrui um vaso sanguíneo. Em um AVE hemorrágico, ocorre
ruptura de um vaso sanguíneo, impedindo o fluxo de sangue normal e permitindo
que ele extravase para uma área do cérebro e cause sua destruição. Em um
acidente vascular encefálico isquêmico, a obstrução pode ocorrer em qualquer
ponto ao longo das artérias que vão ao cérebro. Por exemplo, pode ocorrer um
acúmulo importante de material gorduroso (ateroma) em uma artéria carótida,
reduzindo o seu fluxo sanguíneo ao mínimo, da mesma forma que a água passa por
uma tubulação meio obstruída. Essa condição é grave porque cada artéria
carótida normalmente é responsável por uma grande porcentagem do suprimento de
sangue ao cérebro. O material gorduroso também pode despregar da parede da
artéria carótida, passar à circulação sanguínea e alojar-se em uma artéria de
menor calibre, obstruindo totalmente o vaso. As artérias carótida e vertebral e
seus ramos podem sofrer obstruções através de outros mecanismos, isto é, um
coágulo sanguíneo formado no coração ou em uma de suas válvulas pode
despregar-se (tornando-se um êmbolo), deslocar- se através das artérias até o
cérebro e alojar- se nesse órgão, resultando AVE embólico (embolia cerebral).
Esses AVEs são mais comuns em pessoas que recentemente foram submetidas a uma
cirurgia cardíaca ou que apresentam uma valvulopatia ou uma arritmia cardíaca
(especialmente a fibrilação atrial).
Quase todos os AVEs começam de modo
súbito, apresentam uma evolução rápida e causam lesão cerebral em minutos.
Menos comumente, enquanto ocorre uma morte progressiva do tecido cerebral, o
AVE pode piorar progressivamente durante algumas horas ou um dia ou dois (AVE
em evolução). Geralmente, mas nem sempre, a progressão é interrompida por
períodos relativamente estáveis, durante que a área lesada cessa de aumentar ou
ocorre uma melhora. Dependendo da parte do cérebro afetada, os sintomas variam
bastante. Os sintomas possíveis são os mesmos do ataque isquêmico temporário.
No entanto, existe uma maior probabilidade da disfunção neurológica ser mais
grave, disseminada, associada ao coma ou ao estupor e permanente. Além disso,
os AVEs podem causar depressão ou descontrole emocional. Os AVEs podem causar
edema cerebral. Esse edema é particularmente perigoso porque o crânio possui
pouco espaço para expansão. A pressão resultante pode lesar ainda mais o tecido
cerebral, fazendo com que os problemas neurológicos piorem, ainda que o próprio
AVE não tenha aumentado de tamanho.
O médico é capaz de diagnosticar um AVE
baseando-se na história dos eventos e no exame físico, que ajuda a determinar
com mais precisão a área cerebral lesada. Para confirmar, é normalmente
solicitada uma tomografia computadorizada (TC) ou uma ressonância magnética
(RM). Contudo, esses procedimentos podem revelar o AVE somente alguns dias após
a ocorrência do mesmo. A TC ou a RM também ajudam a definir se a causa do
acidente vascular cerebral foi uma hemorragia ou um tumor cerebral. Nas raras
ocasiões em que a cirurgia imediata é aventada, o médico pode solicitar uma
angiografia. Os médicos tentam determinar a causa precisa do acidente vascular
cerebral. Eles apresentam um interesse especial em saber se o acidente vascular
cerebral foi causado por um coágulo sanguíneo que se deslocou livremente
(embolia) até o cérebro ou por uma obstrução de um vaso sanguíneo devido à
aterosclerose (aterotrombose). Os sintomas que indicam um possível AVE exigem
atenção médica imediata. Algumas vezes, se intervierem rapidamente, os médicos
podem limitar a lesão ou impedir a sua progressão. Muitos dos efeitos de um
acidente vascular cerebral exigem cuidados médicos, especialmente durante as
primeiras horas. Em primeiro lugar, os médicos normalmente administram oxigênio
e instalam um cateter intravenoso, para assegurar que o paciente receba
líquidos e nutrientes. Em um acidente vascular cerebral em evolução, geralmente
são administrados anticoagulantes (p.ex., heparina). No entanto, essas drogas
são inúteis quando se trata de um AVE estabelecido. Além disso, elas geralmente
não são administradas em indivíduos hipertensos e nunca são administradas em
indivíduos com uma hemorragia cerebral, pois elas aumentam o risco de
sangramento.
HIDROCLOROTIAZIDA (DIURÉTICO/ANTIHIPERTENSIVO)
- CLORANA
A
insulina humana é um hormônio sintetizado pelo pâncreas endócrino que é
constituído por cerca de 1 milhão de ilhotas de Langherans, distribuídas por
todo órgão. Essas ilhotas possuem quatro tipos de células, sendo cada uma
responsável pela secreção dos hormônios mencionados. A insulina é secretada
pelas células β,
o glucagon nas células α, a somatostatina nas células D e o peptídeo pancreático nas células F. As células β representam
60–80% da
ilhota e formam um núcleo central. (OLIVEIRA, 2010). É responsável pela quebra
da glicose, promovendo a sua absorção pelas células, proporcionando a redução
da glicemia – taxa de glicose no sangue. Quando há uma deficiência na produção
de insulina, a glicose começa a se acumular no sangue, estabelecendo um quadro
de hiperglicemia crônico, caracterizado como Diabetes Mellitus.
A
Diabetes Mellitus é forma mais comum de diabetes. É uma patologia causada pela
perda parcial ou completa das respostas biológicas mediadas pela insulina.
Existem: a Insulinodependente, ou tipo I, e a não Insulinodependente, tipo II.
A Diabetes Mellitus tipo I –normalmente ocorre durante a infância ou
adolescência, é causada por uma destruição auto–imune das células β das ilhotas
de Langherans; caracteriza–se
pela ausência ou níveis baixos de insulina no sangue,
além de altos
níveis de
glicose sanguínea.
(OLIVEIRA, 2010). A DM tipo II os pacientes podem eventualmente precisar de
doses complementares de insulina, para auxiliar na manutenção dos níveis
normais de insulina, mas eles não são totalmente dependentes como os pacientes
portadores de DM tipo I.
Os
parâmetros utilizados para a classificação dos distúrbios metabólicos são
determinados pela OMS – Organização Mundial da Saúde – e pela ADA – American
Diabetes Association –. O diagnóstico de Diabetes Mellitus é definido quando
existe duas mensurações de glicemia de jejum (pelo menos oito horas após a
última refeição) maiores que 126 mg/dl ou quando os valores da glicemia duas
horas após sobrecarga com 75 g de glicose são maiores que 200 mg/dl (OLIVEIRA,
2010).
O teste de sobrecarga de glicose, ou teste de
tolerância a glicose, é realizado quando parâmetros anteriores não permitiram
chegar ao diagnóstico de DM, mas existem os sinais e sintomas clínicos. O
modelo delineado pela ADA e OMS é aquele onde se faz a dosagem da glicose em
dois momentos: o primeiro, com o paciente em jejum de 8 a 14 horas; e o
segundo, 120 minutos após a ingestão de glicose anidra.
A presença de sintomas típicos (poliúria,
polidipsia e perda de peso) associados a níveis de glicemia > 200 mg/dl em
medidas aleatórias, ou seja, independentemente do tempo em que a última
refeição foi realizada, também caracterizam o diagnóstico.
Os
objetivos do tratamento são promover o controle metabólico (principalmente, dos
níveis glicêmicos), permitir o crescimento e desenvolvimento adequado, promover
o bem estar físico e psíquico e evitar a manifestação das complicações crônicas
da patologia (RANG, 2003). A insulina pode ser administrada por via intra–venosa, intra–muscular; mas o
tratamento crônico utiliza como via de administração, predominante, a injeção
subcutânea do hormônio. O objetivo da insulinoterapia por via subcutânea
consiste em repor a insulina basal normal (normal, jejum, e entre as refeições)
e a prandial – durante as refeições (OLIVEIRA, 2010).
Existem
dois tipos básicos de insulina: a regular, de ação rápida,
e que leva cerca de 30 minutos para iniciar sua ação, alcançando seu pico
máximo depois de 2 a 3 horas, e a NPH, insulina de ação
intermediária, cuja ação se inicia em cerca de 1 hora e meia e atinge o pico
máximo após 7 horas.
As insulinas de
ação rápida e de ação curta são apresentadas na forma de soluções transparente
em pH neutro e contem pequenas quantidades de zinco para melhorar a sua
estabilidade e o prazo de validade. Todas as outras formas, que sofreram
alterações com um intuito de se atingir um efeito prolongado, são apresentadas
na forma de suspensões turvas em pH neutro, com protamina em tampão de fosfato
(insulina com protamina neutra Hagedorn – NPH–) ou com concentrações variáveis
de zinco em tampão de acetato (insulinas ultralentas e lentas).
Insulina Regular:
é uma insulina zinco cristalina solúvel, de ação curta, seu efeito aparece
dentro de 30 minutos, tende a forma dímeros que se associam em torno dos íons
de zinco, formando hexâmeros de insulina; essa conformação leva a um início
tardio de ação e aumenta o tempo necessário para atingir a ação máxima. É útil
nos casos onde a necessidade de insulina muda rapidamente, como por exemplo,
infecções agudas ou após cirurgias; como também, na cetoacidose diabética.
A pneumonia costuma ler um bom prognóstico em pessoas previamente hígidas, sem comprometimento pulmonar ou imunológico anterior; entretanto, crianças e idosos, por suas características peculiares, estão no grupo de maior risco.
Suas causas são as mais diversas, incluindo bactérias, vírus, fungos, parasitas, inalação de produtos químicos (pneumonia química), aspiração de conteúdo gástrico (pneumonia aspirativa) ou acúmulo de líquidos nas bases pulmonares.
Em presença do microrganismo. Este pode atingir o pulmão por inalação direta de partículas contaminadas, aspiração de material infectado pela boca e nasofaringe ou por via hematogênica ou exógena (após broncoscopia c/vu intubação endotraqueal). Ocorre, então, um processo inflamatório do parênquima pulmonar, geralmente nos bronquíolos e sacos alveolares. Vários microrganismos podem atingir o trato respiratório, entretanto, mecanismos de defesa como a tosse, o transporte muco ciliar ou os macrófagos pulmonares protegem o organismo contra essa invasão, por isso a doença está bastante asso ciada a baixa imunidade, ou seja, por diversos motivos o indivíduo pode não responder satisfatoriamente à invasão dos microrganismos que, por sua vez, conseguem atingir o parênquima pulmonar e desencadear a infecção.
Entre a pleura visceral e a pleura parietal existe uma pequena quantidade de líquido. Quando há acúmulo excessivo de líquido ou de ar, o médico o aspira do espaço pleural inserindo uma agulha na parede torácica. Esse procedimento, denominado toracocentese, é realizado com anestesia local. Com a toracocentese também se pode obter urna amostra de líquido pleural ou uma amostra de biópsia da parede pleural com objetivos diagnósticos (p. ex., cultura e antibiograma ou exame microscópico). Em geral, líquido sanguinolento indica trauma. Líquido purulento é diagnóstico de infecção. Líquido seroso Pode estar associado a câncer, a condições inflamatórias ou a insuficiência cardíaca. Quando a toracocentese é realizada por razões terapêuticas, 1 a 2 L de líquido podem ser retirados para aliviar a angústia respiratória. Pode-se instilar medicamentos diretamente no espaço pleural para tratar infecção. A toracocentese é realizada à beira do leito ou em uma sala de tratamento ou de exame. O paciente senta-se na lateral do leito ou da mesa de exame, ou coloca-se em decúbito lateral sobre o lado não-afetado. Com o paciente já sentado, um travesseiro é colocado sobre uma mesa ao lado da cama; o paciente apoia seus membros superiores ou a sua cabeça sobre o travesseiro. O médico determina o local da aspiração por meio de radiografias e da percussão. O local é limpo e anestesiado com anestesia local. Quando o procedimento é terminado, aplica-se um pequeno curativo compressivo. O paciente permanece em repouso no leito; em geral deita-se sobre o lado não-afetado durante pelo menos urna hora para promover a expansão do pulmão do lado afetado. Uma radiografia torácica é feita após o procedimento para descartar um pneumotórax.
